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A manifestação aconteceu nesse sábado, 19, em frente à maternidade CLIM, na Av. Epitácio Pessoa. Foi um movimento silencioso, em respeito...

Segunda Marcha Pela Humanização do Parto


A manifestação aconteceu nesse sábado, 19, em frente à maternidade CLIM, na Av. Epitácio Pessoa. Foi um movimento silencioso, em respeito às pessoas que estão no hospital. Mesmo assim, foi uma manifestação alegre e quase todos os participantes levaram seus filhos.

A maternidade foi escolhida porque foi onde quase todas as mães ali presentes tiveram seus filhos e encontraram dificuldades. Apesar de não haver evidência de que precisassem realizar cesariana, muitos obstetras afirmavam que só fariam o parto se este fosse uma cesariana agendada.

Nenhum dos diretores do hospital estava presente, mas o sr. Pedro Cordeiro, obstetra e sócio da maternidade, estava no local e conversou com os manifestantes, parabenizando a ação e confirmando que sim, muitos dos casos de cesariana realizados não são necessários, principalmente no sistema privado de saúde. Cordeiro afirmou que há obstetras que preferem que a gestante tenha o filho através de cesárea por causa da agenda pessoal e não por recomendação médica.
Pedro Cordeiro, Livia Beatriz e Rafaela Paiva conversam em frente à maternidade.

Ele e as organizadoras, Lívia Beatriz e Rafaela Paiva, firmaram um canal de comunicação e esperam, juntos, começar a mudar a história dos partos na Paraíba.

Veja mais fotos no álbum do Facebook.
Rafaela Paiva segurando o manifesto.
Camisa da marcha

Samuel no colo da mãe, Rafaela, junto a um dos cartazes do manifesto.
 
Uma das mães com seu bebê.

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